SOME DAYS ARE BIGGER THAN OTHERS

Volto em breve...
















sábado, 22 de agosto de 2009

Love


Avô e bisneta...

Talvez um dia

A alma está cansada. Não me apetece escrever...

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Tens dois minutos?

"Anda cá. Tens dois minutos? Ou fazem-te falta?
Sabes o que faz realmente falta?
Mais loucura. Mais malucos.
Não os "grandes malucos" mas os verdadeiros e as verdadeiras.
Aqueles que perdem tempo para falar com os pombos;
que vêem quadros onde os outros só vêem paredes;
os aventureiros e as aventureiras
que acreditam, ainda, haver qualquer coisa no fim do arco-íris.
O verdadeiro poder é tu decidires o mundo à tua volta;
questionar o estabelecido, as certezas e os costumes,
para acreditar que tudo pode ser diferente.
É preciso mais absurdo, mais ideias insensatas.
Cinco bailarinas a jogar à bola de tutu cor de rosa.
Passeios cobertos com relva e flores.
Ou, muito simplesmente,
trepar uma árvore quando te apetece.
Tu é que mandas.
Se gostas de música pirosa, gostas e pronto.
Queres cantar alto no meio da rua, deixa-te ir.
Se preferes não dar muito nas vistas, anda nas calmas.
É preciso rirmos e dançarmos
e darmos abraços e beijinhos.
O importante é levarmos tudo mais a brincar,
até as coisas sérias."

Lembrei-me deste texto não sei bem porquê. Talvez estejam a faltar pequenos momentos de insanidade mental aos meus dias de Verão. By the way, obrigada Saves. Fui buscar o texto ao teu wallpaper.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Smile, sing and dance!



I'm fine,
but I hear those voices at night,
sometime...

The star maker says, "It ain't so bad"
The dream maker's gonna make you mad;
The spaceman says, "Everybody look down!
Its all in your mind!"


Um daqueles momentos únicos...

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Uma semana atípica

Segunda, 03 de Agosto

A semana chegou com um número novo no telemóvel. Como não aprecio conversas telefónicas, exceptuando quando eu tenho confiança com a pessoa em questão e aí posso passar horas (sim, horas!) a falar de tudo e de nada, decidi não retribuir a chamada. O dia foi passando e estando já eu na praia com a família o telemóvel voltou a tocar. Do outro lado, ouço uma voz conhecida e bem-disposta. Era uma colega de curso que me telefonara para saber se estava interessada num possível estágio numa agência de comunicação. Apesar das férias estarem a saber a cerejas bem doces e maduras, o mais sensato era acabar com este estado de letargia. Respondi que sim, sem pensar muito no assunto. Também, o que haveria para pensar? Estavam a precisar de uma estagiária, a área onde poderia trabalhar era interessante e ela iria recomendar-me. Portanto, "sim"! Bastaram vinte minutos para voltar a ser contactada. Desta vez, era a agência de comunicação que pretendia saber qual o dia e a hora a que nos encontraríamos. Decisão final: Quarta-feira, 5 de Agosto, 18 horas.

Terça, 04 de Agosto

Dia de fazer a mala e rumar até Lisboa. Antes, ainda dá para espreitar o e-mail e verificar que estou a ser seguida em diferentes plataformas por uma pessoa da referida agência de comunicação. Nervos, muitos nervos..

Quarta, 05 de Agosto

A pedido da entrevistadora, apareci mais cedo do que a hora planeada. O estômago estava apertado, mas não o suficiente para estragar o bom humor. Pude ainda contar com o apoio de um amigo que me acompanhou e me deu muita força, o que fez com que toda a ansiedade e inquietação desaparecessem aos poucos. 1h40 depois, estava cá fora. A entrevista correu bem, a conversa foi agradável e para a semana já há novidades. Acabada a visita de médico, é hora de voltar a casa. Nada melhor do que apanhar o autocarro da 00h30 para chegar às seis da manhã. O que não se faz pela família...

Quinta, 06 de Agosto

Os pais, primos e tios combinaram ir à feira medieval que está a decorrer em Santa Maria da Feira. Eu, cheia de sono, não disse que não. Toca a acordar, tomar banho, almoçar e seguir viagem. Qual é o mal de fazer mais umas centenas de kms? Até parece que eu acabei de chegar de um lugar com 400 kms de distância da minha casa.

Sexta, 07 de Agosto

São as festas do concelho e eu ainda estou na net a escrever este post. Agora que já vos dei um esboço da minha semana, vou arranjar-me e sair para tomar um café. Só tenho pena de não haver nada disto por estes lados...

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Pensamento para hoje

Ou se acredita ou não se acredita.

Obrigada pelo conselho, mana.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

I'm watching you

Dia após dia somos julgados por aqueles que passam por nós, mas há momentos em que a avaliação de carácter, personalidade, comportamentos ou outra coisa qualquer nos deixa mais apreensivos. Estou nervosa e sei que este sentimento só passará amanhã. Quinta, dar-vos-ei notícias. Até lá!

domingo, 2 de agosto de 2009

Rain

Bem sei que estamos no Verão - época do sol e do calor - embora haja manhãs em que acordo e pergunto "que raio de tempo é este?". Ainda ontem, não passava das nove da manhã e a chuva lá fora já caía incessantemente. Devido a estes dias intrometidos e causadores de um mau-humor pavoroso nesta estação ímpar, aqui fica um vídeo delicioso que me foi dado a conhecer pela minha mana mais velha. Obrigada :)

sábado, 1 de agosto de 2009

Ouvi agora na rádio

... trocamos sonhos por qualquer porcaria.

Canção da canção da lua
Manel Cruz

E eu continuo a sonhar.

A vida num sopro

Sinopse
Portugal, anos 30.

Salazar acabou de ascender ao poder e, com mão de ferro, vai impondo a ordem no país. Portugal muda de vida. As contas públicas são equilibradas, Beatriz Costa anima o Parque Mayer, a PVDE cala a oposição.

Luís é um estudante idealista que se cruza no liceu de Bragança com os olhos cor de mel de Amélia. O amor entre os dois vai, porém, ser duramente posto à prova por três acontecimentos que os ultrapassam: a oposição da mãe da rapariga, um assassinato inesperado e a guerra civil de Espanha.

Através da história de uma paixão que desafia os valores tradicionais do Portugal conservador, este fascinante romance transporta-nos ao fogo dos anos em que se forjou o Estado Novo.

Com A vida num sopro, José Rodrigues dos Santos traz o grande romance de volta às letras portuguesas.


Acabei de ler o meu primeiro livro de Verão. Sem saber muito bem o que dizer, relembro mentalmente a crítica da Shelf Awareness que declara que "José Rodrigues Santos fascina e informa, ao mesmo tempo que entretém." Foi esse o pensamento que percorreu incessantemente as paredes da minha mente quando li, página atrás de página, uma história de amor que luta contra as ideologias vigentes numa sociedade oprimida, inculta e acrítica, dominada por um homem capaz de despertar sentimentos intensos de amor e ódio. Para uma melhor compreensão de todo o clima vivido, o autor descreve ainda a violenta Guerra Civil Espanhola e o modo como ela afectou o nosso país.

Se puderem, leiam. Vale a pena. E agora, vou ouvir o concerto daquele bandido que já me fugiu duas vezes. O admirável poeta Manel Cruz.