SOME DAYS ARE BIGGER THAN OTHERS

Volto em breve...
















sábado, 21 de novembro de 2009

Hoje toquei num avião sem tirar os pés do chão

Conversas tardias no bairro mais chique de Lisboa. A noite estava linda, tão linda quanto vocês. Lá em cima as estrelas apontavam cuidadosamente as nossas histórias para que, no dia em que nos voltarmos a encontrar, nada se tenha perdido.

Três anos depois, vocês continuam a fazer a diferença. Obrigada por me preencherem.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Quando diz que é 'só porque sim' está a mentir

Darkness


Well, darkness only exists so that the stars can shine, darling.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

A prenda antecipada

A emoção era tanta que não conseguia guarda-la só para mim. Porém, a portadora do tão magnífico presente obrigou-me a prometer segredo. Não podendo contar a ninguém, transportei toda a felicidade para o meu mural de sonhos e recordações. O tempo passou e trouxe novidades: o mais fantástico, único, especial e significativo presente é o meu sobrinho. Neste preciso momento, só por ter escrito aquelas duas palavras, o coração bateu mais rápido e o peito encheu-se de alegria, ansiedade e muita, muita expectativa. A minha mana mais velha, para alguns conhecida como "a minha segunda mãe", será a mamã de um "pilinhas" como ela brincou ontem. Estou estupidamente feliz e não há palavras que descrevam o que eu continuo a sentir. A pele arrepia-se, o sorriso rasga a cara e os olhos transbordam encanto. Que seja uma gravidez de sonho e que passe bem rápido. Estarei cá para receber e mimar nos meus braços o bebé mais lindo do mundo!

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Pensamento do dia

Passo tantas horas com o SPSS que até acho que já namoro com ele.

U Know Who I Am

David Fonseca - U Know Who I Am

Deep inside every soul
There's a sadness on the verge of climbing through
Now don't you try and fix it, why would you do that?
How beautiful when sadness turns to songs

Aquela que tem sido a música das minhas noites...

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Frases soltas #2

"A memória é o lugar onde as coisas acontecem pela segunda vez"

Paul Auster

Palavras deliciosas

O almoço já ia no fim quando a revista apareceu em cima da mesa. Na capa, o castigo da Sida que continua a assombrar famílias e a súplica por uma vida digna. Entre artigos com maior ou menor interesse, palavras perdidas e informação pouco relevante, irrompe uma pérola digna de registo.

Viajo porque preciso, volto porque te amo é o título de uma longa-metragem que retrata a pesquisa de campo de José Renato, geólogo, 35 anos, enviado para atravessar uma região quase desértica no Nordeste Brasileiro. Com o passar do tempo, a viagem revela-se cada vez mais penosa, vazia e distante, despertando no protagonista sentimentos de solidão, abandono e sobretudo saudade.

Parei de comer e fiquei a pensar no título. Todos nós, no nosso dia-a-dia, procuramos um lugar diferente. Um lugar melhor, mais fascinante e singular. Corremos e desesperamos para encontrar aquele cantinho onde nos sentimos em casa, renunciando a ideia de que nos acomodamos. Embora afirmemos convictamente isso, voltamos sempre ao mesmo. Talvez porque é mais fácil, mais rápido e dá menos trabalho. Ou então é porque sabemos que lá vamos encontrar as pessoas que nos fazem realmente falta.

Acabei de almoçar. Na mesa ficaram palavras por digerir...

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Nesta sexta-feira 13

Muitos arrepios gostosos!

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

No dia de São Martinho...

São vários os provérbios populares que fazem jus a este dia. Ontem, no twitter, tive a oportunidade de ler uns quantos (uns bastante originais, outros nem tanto) e a ideia que fica é que este é um dia "vazio". Comemorar o São Martinho não é o mesmo desde a primária. "No dia de São Martinho vai à adega e prova o vinho". Vamos lá ver uma coisa: é vinho novo. Ainda não está suficientemente bom para se beber, mas lá se dá o jeitinho e o copo volta a estar vazio, não é verdade? O povo não diz que não. Pois eu cá prefiro os "rituais" primários. Lembram-se quando as castanhas chegavam ao amplo recreio da escola em grandes baldes após terem sido assadas nos fornos de padarias vizinhas? Pelo menos na minha vila era assim que acontecia e nós, crianças cheias de curiosidade, lá íamos a correr para comer algumas e atirar outras. Como tudo na vida, estes momentos ficaram presos num tempo passado. Talvez, hoje, me soube-se melhor passear pela Rua Augusta, com castanhas na mão, casaco bem quente, lenço e muitas conversas. O vinho? Bem, esse ficaria para outra altura.