Conversas tardias no bairro mais chique de Lisboa. A noite estava linda, tão linda quanto vocês. Lá em cima as estrelas apontavam cuidadosamente as nossas histórias para que, no dia em que nos voltarmos a encontrar, nada se tenha perdido.
Três anos depois, vocês continuam a fazer a diferença. Obrigada por me preencherem.
sábado, 21 de novembro de 2009
Hoje toquei num avião sem tirar os pés do chão
01:40 | 1 Comentário
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
A prenda antecipada
A emoção era tanta que não conseguia guarda-la só para mim. Porém, a portadora do tão magnífico presente obrigou-me a prometer segredo. Não podendo contar a ninguém, transportei toda a felicidade para o meu mural de sonhos e recordações. O tempo passou e trouxe novidades: o mais fantástico, único, especial e significativo presente é o meu sobrinho. Neste preciso momento, só por ter escrito aquelas duas palavras, o coração bateu mais rápido e o peito encheu-se de alegria, ansiedade e muita, muita expectativa. A minha mana mais velha, para alguns conhecida como "a minha segunda mãe", será a mamã de um "pilinhas" como ela brincou ontem. Estou estupidamente feliz e não há palavras que descrevam o que eu continuo a sentir. A pele arrepia-se, o sorriso rasga a cara e os olhos transbordam encanto. Que seja uma gravidez de sonho e que passe bem rápido. Estarei cá para receber e mimar nos meus braços o bebé mais lindo do mundo!
20:28 | 4 Comentários
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Pensamento do dia
Passo tantas horas com o SPSS que até acho que já namoro com ele.
16:31 | 0 Comentários
U Know Who I Am
David Fonseca - U Know Who I Am
Deep inside every soul
There's a sadness on the verge of climbing through
Now don't you try and fix it, why would you do that?
How beautiful when sadness turns to songs
Aquela que tem sido a música das minhas noites...
02:35 | 2 Comentários
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Frases soltas #2
"A memória é o lugar onde as coisas acontecem pela segunda vez"
16:15 | 1 Comentário
Palavras deliciosas
O almoço já ia no fim quando a revista apareceu em cima da mesa. Na capa, o castigo da Sida que continua a assombrar famílias e a súplica por uma vida digna. Entre artigos com maior ou menor interesse, palavras perdidas e informação pouco relevante, irrompe uma pérola digna de registo.
Viajo porque preciso, volto porque te amo é o título de uma longa-metragem que retrata a pesquisa de campo de José Renato, geólogo, 35 anos, enviado para atravessar uma região quase desértica no Nordeste Brasileiro. Com o passar do tempo, a viagem revela-se cada vez mais penosa, vazia e distante, despertando no protagonista sentimentos de solidão, abandono e sobretudo saudade.
Parei de comer e fiquei a pensar no título. Todos nós, no nosso dia-a-dia, procuramos um lugar diferente. Um lugar melhor, mais fascinante e singular. Corremos e desesperamos para encontrar aquele cantinho onde nos sentimos em casa, renunciando a ideia de que nos acomodamos. Embora afirmemos convictamente isso, voltamos sempre ao mesmo. Talvez porque é mais fácil, mais rápido e dá menos trabalho. Ou então é porque sabemos que lá vamos encontrar as pessoas que nos fazem realmente falta.
Acabei de almoçar. Na mesa ficaram palavras por digerir...
01:11 | 1 Comentário
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
No dia de São Martinho...
São vários os provérbios populares que fazem jus a este dia. Ontem, no twitter, tive a oportunidade de ler uns quantos (uns bastante originais, outros nem tanto) e a ideia que fica é que este é um dia "vazio". Comemorar o São Martinho não é o mesmo desde a primária. "No dia de São Martinho vai à adega e prova o vinho". Vamos lá ver uma coisa: é vinho novo. Ainda não está suficientemente bom para se beber, mas lá se dá o jeitinho e o copo volta a estar vazio, não é verdade? O povo não diz que não. Pois eu cá prefiro os "rituais" primários. Lembram-se quando as castanhas chegavam ao amplo recreio da escola em grandes baldes após terem sido assadas nos fornos de padarias vizinhas? Pelo menos na minha vila era assim que acontecia e nós, crianças cheias de curiosidade, lá íamos a correr para comer algumas e atirar outras. Como tudo na vida, estes momentos ficaram presos num tempo passado. Talvez, hoje, me soube-se melhor passear pela Rua Augusta, com castanhas na mão, casaco bem quente, lenço e muitas conversas. O vinho? Bem, esse ficaria para outra altura.
13:45 | 1 Comentário


